13 de abril de 2019

Filmes do mês: Março

Oi gente!! Como vocês estão? Radiantes? Fevereiro não teve filmes do mês. Isso porque foi um mês bem corrido e eu não assisti nada de filme, para ser sincera assisti um só na época de carnaval e resolvi deixar para o post desse mês. Falando em carnaval, como foi o de vocês? O meu foi bem tranquilo, fugindo de circuito. Vamos aos filmes!? 

#1. Nasce uma estrela 

Ano: 2018
Duração: 2h 16min
Direção: Bradley Cooper
Elenco: Lady Gaga, Bradley Cooper, Sam Elliott
Gêneros: Drama, Romance
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Jackson Maine (Bradley Cooper) é um cantor no auge da fama. Um dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber algo. É quando conhece Ally (Lady Gaga), uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Jackson se encanta pela mulher e seu talento, decidindo acolhê-la debaixo de suas asas. Ao mesmo tempo em que Ally ascende ao estrelato, Jackson vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool. 

Eu tinha que começar por este filme pois foi, sem dúvidas, o melhor de todos. Gosto muito de Lady Gaga e queria muito ver como seria ela atuando, e amei. O filme é lindo, triste, e emocionante. A trilha sonora é a mais linda possível e Lady Gaga e Bradley Cooper cantando, juntos ou não, é ótimo. Mereceu o oscar que recebeu? Sem dúvidas. 

Enquanto Ally (Lady Gaga), uma garçonete com um talento incrível ganha notoriedade e torna-se uma estrela, seu novo amor Jack (Bradley Cooper) é vencido pelo álcool e drogas, destruindo sua carreira em meio a vexames e irresponsabilidades. Por detrás dos palcos o amor de Ally e Jack só cresce, mas não o suficiente para acalmar o psicológico já fraco e abalado de Jack que o leva ao seu triste fim. 

É um filme lindo de ver. Recomendadíssimo. Recebeu 201 indicações a diversões prêmios e ganhou 59, incluindo o Oscar de Melhor Canção a Lady Gaga por Shallow. Chorei e ainda vou chorar mais, porque certeza que vou assistir de novo. Também reproduzi Shallow umas mil vezes até agora. Escutem também Always Remember Us This Way e I’ll Never Love Again. 

#2. Megarromântico 

Ano: 2019
Duração: 1h 28min
Direção: Todd Strauss-Schulson
Elenco: Rebel Wilson, Liam Hemsworth, Adam Devine
Gêneros: Comédia , Romance
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Natalie (Rebel Wilson) é uma jovem arquiteta bastante cética em relação ao amor, que se empenha para ser reconhecida por seu trabalho. Um dia, ao saltar do metrô, ela é assaltada em plena estação e, ao reagir, acaba batendo com a cabeça em uma pilastra. Ao despertar em um hospital, ela descobre que, misteriosamente, foi parar dentro de um filme de comédia romântica. 

Assisti a Megarromântico sem muitas pretensões, mas me apaixonei pelo filme. Ele de uma certa forma critica as comédias românticas e seus vários clichês. Temos uma mulher que é super inteligente, engraçada e de bem com seu corpo, mas que desacredita no amor. Após um assalto onde é agredida, ela acorda em uma comédia romântica onde sua vida é perfeita, é reconhecida e tem um gato se apaixonando por ela. 

Do outro lado da história temos o típico galã bonitão, rico e do sorriso lindo, mas que é um idiota de marca maior. Ele é o cara que ela nunca esperava que pudesse se apaixonar por ela, mas no fundo só quer se aproveitar dela no âmbito profissional (do qual ele não tem a mínima capacidade). E no meio de tudo isso, temos o amigo, que ela nunca imaginou que estaria interessado nela, mas sempre esteve, e seriam o par perfeito. 

Mas não é realmente disso que se trata o filme, e só vamos entender no meio para o final. O filme quer falar de amor próprio e ele fala disso lindamente. Natalie descobre no final do filme que o amor que ela realmente precisa é o amor dela mesma. 

Ótimo filme, leve, divertido e com uma mensagem especial. Disponível na Netflix. 

#3. Buscando 

Ano: 2018
Duração: 1h 42min
Direção: Aneesh Chaganty
Elenco: John Cho, Debra Messing, Michelle La
Gêneros: Suspense, Drama
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Após uma jovem de 16 anos desaparecer, seu pai David Kim (John Cho) pede ajuda às autoridades locais. Sem sucesso, após 37 horas, David decide invadir o computador de sua filha para procurar pistas que possam levar ao seu paradeiro. 

Gosto muito desse tipo de filme, e Buscando é sensacional! O filme se passa totalmente nas telas de computadores, celulares e afins, e mesmo assim não é monótono e é bastante realístico. David faz um verdadeiro trabalho investigativo ao entrar no computador de sua filha após seu desaparecimento. O pai entra em contato com amigos, vasculha redes sociais e descobre uma filha que não conhecia, e isto também, desperta nele desconfianças. O filme é bastante emocional, e além disso, foi muito bem produzido, e cada detalhe foi bem pensando e bem colocado, desde as filmagens aéreas até as notícias de segundo plano exibidas nos sites vistos na tela. Fiquei encantada com este filme, em como ele foi bem desenvolvido e bem produzido. Super recomendo. Um dos melhores do mês. 

#4. Dumplin 

Ano: 2019
Duração: 1h 50min
Direção: Anne Fletcher
Elenco: Jennifer Aniston, Danielle Macdonald, Harold Perrineau
Gênero: Comédia dramática
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Willowdean Dickson (Danielle Macdonald), é uma jovem acima do peso e bastante confiante com o próprio corpo, apesar de não ter o respeito de sua mãe, uma ex-miss (Jennifer Aniston). Quando se apaixona pelo atleta Bo (Luke Benward) e começa a ter inseguranças. Will decide entrar num concurso de beleza como forma de protesto. 

Gostei muito de Dumplin pela mensagem que transmite. Infelizmente não li o livro no qual ele se baseia, então não tenho comparações a fazer. Willow tem uma relação conturbada com sua mãe, uma ex-miss que hoje organiza concursos de beleza. Por outro lado, a garota tem uma relação muito boa com sua tia, com a qual se identifica muito e é também sua melhor amiga. Quando Willow entra no concurso organizado pela própria mãe, como forma de protesto, descobre coisas que não sabia sobre a tia, a mãe e sobre si mesma, ganha novas amigas e uma nova visão por parte de sua mãe. Filme muito bom para assistir em uma tarde despreocupada. Recomendo. Você pode assistir na Netflix.

#5. A Justiceira 

Ano: 2018
Duração: 1h 35min
Direção: Pierre Morel
Elenco: Jennifer Garner, John Ortiz, John Gallagher Jr.
Gêneros: Suspense, Ação
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Quando o marido e a filha são mortos a tiros diante de um parque de diversões, Riley (Jennifer Garner) acorda de um coma e passa os anos seguintes aprendendo a se tornar uma máquina de matar. No quinto aniversário da morte de sua família, ela tem como alvo todos os responsáveis: a gangue que cometeu o crime, os advogados que os libertaram e os policiais corruptos que permitiram que tudo acontecesse. 

Assisti a este filme meio sem saber o que esperar. Não me decepcionou, mas também não é maravilhoso. Tem uma forte carga emocional, e uma boa justificativa para seu desenvolvimento. Porém é mais um filme com muito sangue e violência e para por aí. Comparando a Polar, gostei mais deste. 

#6. Polar 
Ano: 2019
Duração: Direção: Jonas Åkerlund
Elenco: Mads Mikkelsen, Vanessa Hudgens, Katheryn Winnick mais
Gêneros: Ação, Policial
Nacionalidades: EUA, Alemanha
Sinopse: Duncan Vizla (Mads Mikkelsen) é um dos maiores assassinos de aluguel do mundo, mas por conta da idade avançada e da exaustão física e mental que trazem a sua profissão, o homem está em vias de se aposentar. No entanto, seus planos são interrompidos quando seu antigo chefe o convoca para uma missão trabalhosa. Ele precisa liquidar uma trupe de jovens assassinos sanguinários, mas a tarefa se mostra cada vez mais difícil. 


Queria muito assistir Polar depois de toda a propaganda e do trailer, e mais mais ainda por conta de Wanessa Hudges e do Mads. Mas acabei me deparando com mais um filme violento (extremamente violento e explicito) e com pouca ou nenhuma história. Para quem gosta de muito sangue e cenas nada criveis, é bom, nada além disso. Altas expectativas e decepcionada. Disponível na Netflix.

E você assistiu algum desses? Me conta o que achou!! Beeeijoo e até a próxima. 
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17 de março de 2019

A sutil arte de ligar o f*da-se

Oi meus amores! Como estão? Há um tempinho eu não vinha aqui falar de algum livro com vocês. Apesar do ritmo lento, eu estava lendo, mas fui empurrando com a barriga e acabei não escrevendo nada sobre o que eu li. Quem sabe, mais na frente eu trago um resumão de tudo que li. Mas hoje vamos falar de um livro que eu gostei muito de ler, apesar de não ser meu estilo favorito. 

Autor: Mark Manson
ISBN: 9788551002490
Ano: 2017
Páginas: 224
Gênero: Autoajuda
Editora: Intrínseca
Sinopse: Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se torturar para pensar positivo enquanto sua vida vai ladeira abaixo. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço. Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva — sem querer desprezar o valor de nada disso, a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita por parecermos otimistas o tempo todo. É um pecado social se deixar abater quando as coisas não vão bem. Ninguém pode fracassar simplesmente, sem aprender nada com isso. Não dá mais. É insuportável. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o foda-se. Mark Manson usa toda a sua sagacidade de escritor e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. E ele faz isso da melhor maneira. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e diz, olhando nos seus olhos: você não é tão especial. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão. Para os céticos e os descrentes, mas também para os amantes do gênero, enfim uma abordagem franca e inteligente que vai ajudar você a descobrir o que é realmente importante na sua vida, e f*da-se o resto. Livre-se agora da felicidade maquiada e superficial e abrace esta arte verdadeiramente transformadora. 


Começando por título e capa, foram as duas coisas que mais me chamaram a atenção. Achei a capa muito bonita e o título bem diferenciado, porém o conteúdo não condiz totalmente com o título, ele tenta, faz referências ao título em algumas passagens, mas não passa disso. 

Apesar de ter gostado da leitura e terminado o livro rápido, encontrei pontos positivos e negativos sobre ele. Eu gostei do estilo de escrita, como se fosse um amigo que sentasse e estivesse conversando com você sobre a vida. Achei muitas coisas do que ele diz válidas, como o senso que prioridades, responsabilidades, escolhas e motivação. Isso é excepcional. Mark também não se incomoda em trazer palavrões, sarcasmos e ironias, o que não é muito comum nesse estilo de livro. 

A primeira parte do livro foi a que mais me prendeu a atenção e minha parte preferida. Ele traz alguns fatos sobre pessoas conhecidas pelo mundo todo, fatos que eu não conhecia, como Buda, Metallica, Megadeth e Malala. Todas elas nos fazem pensar, nos dá um impulso para seguir em frente caso estejamos passando por um momento ruim. Nos faz analisar cada momento ruim também como uma oportunidade. 

A história de Malala, apesar do pouco que foi contada, é a mais interessante do livro, e por causa deste eu vou ler o livro sobre a vida dela. Já ouvi falar sobre a garota que quase foi morta porque queria estudar, mas somente agora me interessei de verdade sobre sua história. 

Por outro lado, ele tenta nos dizer que somos responsáveis pelas escolhas que fazemos e que temos controle sobre nossas reações quanto as consequências dessas escolhas, ou quanto aos fatos cotidianos. Isso é só em parte verdade, sabemos que controlar nossas reações e nossos sentimentos em relação a alguns acontecimentos de nossas vidas não é tão simples, conseguimos controlar até certo ponto, e algumas levam tempo. Em alguns momentos do livro Mark faz parecer que isso é a coisa mais simples do mundo, e não apresenta um método que funciona, ou um método sequer. 

Gostei dos fatos que ele traz de sua vida, e de momentos que o impactaram. O livro também tem muitas passagens legais e consegue sim ser crítico, tirei vários quotes, e consegui perder todos. Mas vou tentar recuperar alguns. Um deles retrata exatamente o que estamos vivendo hoje: 

Em vez de reportar histórias e problemas reais, a mídia acha muito mais fácil (e lucrativo) encontrar algo levemente ofensivo, transmitir o caso para ampla audiência, criar a sensação de ultraje e depois transmiti-la de um jeito que também cause ultraje a outra parcela da população. Isso desencadeia um eco de asneiras que ricocheteia entre dois lados imaginários e ao mesmo tempo distrai dos verdadeiros problemas e injustiças da sociedade. Não é de se estranhar que estejamos mais politicamente polarizados do que nunca. 

Numa época em que as pessoas não leem mais as notícias, que tiram conclusões pela manchete, e que tudo se torna verdade absoluta sem pesquisar, sem saber de todos os fatos, e onde duas linhas no facebook são fatos, isso não poderia ser mais real. 

É um livro legal, mas não trataria como autoajuda ou seus “ensinamentos” como regras, eles podem servir como um meio de reflexão, de reavaliar sua vida e suas atitudes. É preciso ter cuidado ao ler A sutil arte de ligar o f*da-se. Cada um tem sua própria realidade, e muitas vezes não podemos ligar o foda-se para tudo o que queremos. Você não pode fazer isso com o seu chefe se tem uma família para alimentar e contas a pagar. Ás vezes essa ilusão de super autocontrole se torna uma auto-sabotagem, afinal nossas ações impactam na vida de outros e vice-versa. 

Recomendo? Sim, mas com cautela. 

E você? Já leu o livro? Tem vontade? Me conta aí!!! Beeeijoo e até a próxima! 

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19 de fevereiro de 2019

Tell Me A Story


Oie meus amados!! Como estão? Eu estou aqui super na correria, e com vontade de contar sobre um monte de coisas. 

Tem um bom tempo que não falo de séries por aqui, então hoje eu vim trazer para vocês uma série que eu amei assistir, assisti super rápido e de modo geral me surpreendeu. Estou falando de Tell Me A Story

Tell me a story é uma série americana de triller psicológico baseada em Érase una vez, uma série mexicana. Na primeira temporada três contos são recriados de forma atual e sombria: Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos e João e Maria. As três histórias e seus personagens estão de alguma maneira interligados, e gostei bastante disso. 

Chapeuzinho Vermelho foi a história que eu mais gostei, protagonizada pela linda Danielle Campbell como Kayla Powell (a Chapeuzinho) e Billy Magnussen como Nick Sullivan (o Lobo). Na minha opinião, foi também a história que foi melhor referenciada, tendo a presença de objetos cruciais como o capuz vermelho dado a Kayla, a presença e a nova amizade com sua vó, a referência do lobo e até a famosa frase “que orelhas grandes você tem” em certo momento da série. 

Logo no começo gostamos do vilão, virando o foco para outro personagem, até que o Lobo se revela no que ele realmente é, um psicopata. E a partir daí vemos que a história é bem mais profunda do que aparentava ser.



A história dos Três Porquinhos também foi bem referenciada, com máscaras de porcos e lobo, e tem passagens bem sombrias. Paul Wesley como Eddie Longo, um dos porquinhos, é o mais perturbado de toda a série e até torci por ele, mas sem esperanças. Mas quem impulsiona essa parte da trama é sem dúvidas James Wolk como Jordan Evans, que alimenta uma vingança e uma busca por justiça após uma tragédia em sua vida. 

É a história mais trágica e com o final mais triste de todas as histórias, mas que tem grande importância e é o maior elo entre as histórias. 



Paralelamente temos João e Maria. Para mim, foi a menos referenciada, exceto pelo fato dos personagens serem irmãos e da “trilha de migalhas”. A história é bem legal e gostei da forma de Hanna Perez (Dania Ramirez), apresentou uma Maria forte, inteligente e sobrevivente. Trouxe um final digno para sua história. 


A série é recheada de muitas mortes, a maioria delas bem tristes. De qualquer maneira, gostei bastante dela, e já aguardo ansiosamente pela segunda temporada. Ainda não se sabe muito sobre a segunda temporada, ou se os personagens da primeira vão retornar. Vale a pena assistir a primeira temporada e recomendo!! 

E você já assistiu? Me conta aí o que achou!! Ou se pretende assistir. Beeeijoo!! Até loguinho. 

Ps: Não sei porque não estou conseguindo acessar o blog de algumas pessoas, aparece uma página de erro. Alguém sabe o que está acontecendo? Ou porque isso acontece?
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28 de janeiro de 2019

Filmes do mês: Janeiro 2019


Hello People!! Como está sendo esse início de ano para vocês? Eu ainda não consegui definir, mas pelo menos estou seguindo firme na tentativa de alcançar algumas das metas traçadas. Janeiro é mês de férias para muita gente, e assim assistimos muitos filminhos né? Eu aproveitei para assistir os filmes da Marvel que faltavam. Vamos conferir o que eu assisti? 

#1. Antes que eu vá 

Ano: 2017
Direção: Ry Russo-Young
Elenco: Zoey Deutch, Halston Sage, Elena Kampouri
Gêneros: Drama, Suspense
Nacionalidade: EUA
Duração: 1h 38min
Sinopse: Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida.. No entanto, essa vida perfeita chega a um final abrupto e repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia de sua morte. Porém, segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino. 

Eu queria assistir esse filme há um tempo mas sempre acabava deixando para trás. Ele é baseado em um livro de mesmo nome, de Lauren Oliver, que eu já quis muito ler, mas acabei não lendo. O filme é bem legal, e eu adoro a Zoe. O filme mostra como a maneira como tratamos as pessoas pode afetar a vida delas, principalmente o bullying na adolescência, uma fase que somos tão vulneráveis. E Zoe e suas amigas são bem maldosas. Gostei da transformação pela qual a personagem principal passou ao longo do filme, mas fiquei um pouco triste. Foi um pouco diferente do eu imaginava e do que eu esperava do filme, mas não foi ruim. Comecei bem o ano. 

#2. A Gripe 

Ano: 2013
Direção: Sung-Soo Kim
Elenco: Hyuk Jang, Soo Ae, Andrew William Brand
Gênero: Terror
Nacionalidade: Coréia Do Sul
Duração: 1h 57min
Disponivel Netflix Sinopse: Bundang, no subúrbio de Seul, está passando por uma epidemia devastadora. Byung-woo (Erik Scott Kimerer) morre em decorrência de um vírus desconhecido. No início, o vírus não recebe importância, e a população não se previne. Em pouco tempo, centenas de moradores da região são atingidos pelo vírus. O caos de instaura. O governo do país pede isolamento da área. Enquanto isso, um especialista procura o sangue que será capaz de desenvolver a vacina contra o vírus. 

Um dos filmes que eu mais gostei de assistir esse mês. Fazia um tempo que eu não assistia um filme coreano, e geralmente eu gosto deles pela história bem contada e a carga emocional. Apesar de algumas lacunas aqui ou ali, é um ótimo filme com uma cronologia bem amarrada. Os personagens são cativantes e nos emocionam. Não consegui tirar os olhos da tela. Chorei. Ri. Os filmes coreanos apesar do drama, sempre trazem algum senso de humor, e eu adoro. Um ótimo filme. Recomendo muito. A única coisa que me incomodou um pouco foi a dublagem, mas após alguns minutos de filme acostumei. 

#3. Quando os anjos dormem 

Ano: 2018
Direção: Gonzalo Bendala
Elenco: Julián Villagrán, Marián Álvarez, Ester Expósito
Gênero: Suspense
Nacionalidade: Espanha
Duração: 1h 31min
Disponivel Netflix Sinopse: Germán (Julián Villagrán) é um executivo de uma importante empresa de seguro de vida ocupado demais com o trabalho para dar atenção a sua família amorosa. Quando, na noite do aniversário de sua filha pequena, ele tenta dirigir para causa exausto de tanto trabalhar, um acidente transforma aquela noite em um terrível pesadelo. 

Não sei os anjos, mas eu durmo. Para mim, Quando os anjos dormem foi o filme que não deu certo. A história é bem amarrada, mas não é muito crível. Fiquei mais da metade do mais tentando desvendar se a informação que ele queria transmitir era real, até gostei disso, eu gosto do mistério e quando a história tenta nos enganar, mas não sei se era essa a real intenção, vou simplesmente mal produzido. 

Os personagens são chatos e irritantes, não consegui gostar ou me apegar nem as vítimas. Eu achei que iria gostar muito desse filme, sendo um dos meus gêneros preferidos e me decepcionei. E, ah... eu dormi em certo momento e precisei voltar. Se eu recomendo? Não. 

#4. O Homem-formiga e a Vespa 

Ano: 2018
Direção: Peyton Reed
Elenco: Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Peña
Gêneros: Ação, Ficção científica, Aventura
Nacionalidade: EUA
Duração: 1h 58min
Sinopse: Após ter ajudado o Capitão América na batalha contra o Homem de Ferro na Alemanha, Scott Lang (Paul Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Diante desta situação, ele foi obrigado a se aposentar temporariamente do posto de super-herói. Restando apenas três dias para o término deste prazo, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no mundo quântico em um ato de heroísmo. Ao procurar o dr. Hank Pym (Michael Douglas) e sua filha Hope (Evangeline Lilly) em busca de explicações, Scott é rapidamente cooptado pela dupla para que possa ajudá-los em sua nova missão: construir um túnel quântico, com o objetivo de resgatar Janet de seu limbo. 

Eu adoro os filmes da Marvel, e este foi também muito bom. O filme é eletrizante e cheio de ação. Gostei bastante da introdução dos novos personagens, porém achei algumas coisas falsas demais (se é que alguma coisa pode ser verdadeira nesse mundo Marvel). Não dá pra deixar de assistir. Super recomendo. E não esquece do agonizante pós-créditos. 

#5. Doutor Estranho 

Ano: 2016
Direção: Scott Derrickson
Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Tilda Swinton
Gêneros: Fantasia, Aventura
Nacionalidade: EUA
Duração: 1h 55min
Sinopse: Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo. 

Dos 3 filmes do universo Marvel que eu faltava assistir esse foi o que mais me encantou. Cheio de efeitos especiais, muita ação, ironia e piadas mal feitas, me encantou de todos os lados. A personalidade de Strange incomoda um pouco até metade do filme, mas logo nos apaixonamos por ele também. Sem mais comentários, o filme mais assertivo de Janeiro. Não deixe de assistir. 

#6. Homem-Aranha: De volta ao lar 

Ano: 2017 
Direção: Jon Watts 
Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Robert Downey Jr. 
Gêneros: Ação, Aventura 
Nacionalidade: EUA 
Duração: 2h 14min 
Sinopse: Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker (Tom Holland) voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre (Michael Keaton) surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava. 

Este é de fato o filme mais infantil/juvenil de toda a saga, afinal Peter tem somente 15 anos nesse filme. Tirei boas risadas. Achei a história do vilão um pouco mal fundamentada e explicada, e ainda não entendi o propósito de alguns personagens (talvez em outro filme?). No geral é um filme divertido, com bastante ação e humor. Em relação ao personagem, ele foi até além das expectativas. Assistam. 

Então meus amores, foi só isso que eu assisti em Janeiro, dispostos na ordem em que foram assistidos. Agora me conta! Assistiu algum? O que achou? Quero saber de tudo!! Beeeijoo e até a próxima. 

Mudei um pouquinho o visual do blog, nada muito drástico. E aí? O que acharam? Quero saber! 

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2 de janeiro de 2019

Resoluções para 2019


Hello people! Feliz ano novo!!! Que 2019 seja repleto de coisas boas, seja um ano muito feliz e de esperança para cada um de nós. Que a gente consiga alcançar nossos objetivos e quem sabe façamos do mundo um mundo um pouquinho melhor. Desejo muitas alegrias para cada um de vocês.

Como foi a virada de ano para vocês? Para mim foi diferente do habitual e eu me diverti bastante. Você fez algo especial esse ano? 

Bom, todo fim de ano a maioria de nós faz um balanço de como foi o ano que está terminando e o que deseja mudar e conquistar no ano seguinte. Comigo não foi diferente. Geralmente eu faço resoluções bem subjetivas e pessoais, e muitas vezes acabo não conseguindo concretizar (ser mais paciente, me abrir mais etc). Esse ano mantive essas resoluções, mas resolvi focar em outras coisas mais objetivas também. Será que temos alguma em comum? 

1. Trabalhar com Engenharia Civil

Ano passado finalmente consegui concluir meu curso e isso me deixou muito feliz. Porém já se passaram alguns meses desde então e eu não estou trabalhando com o que tanto sonhei. A principal meta deste é trabalhar na minha área, mesmo que de forma autônoma. Tenho pensado muito nisso e é a meta mais importante que tracei para este ano. 

2. Juntar dinheiro 

Todo ano eu tento e falho miseravelmente. Sempre que a coisa começa a andar algo me faz gastar tudo. Especialmente ano passado tive muitas despesas veterinárias e quem tem um animalzinho em casa sabe que quando algum deles fica doente é inevitável e custa muito caro. 

3. Ser mais paciente 

Eu nunca fui das mais pacientes, mas tenho me tornado cada vez menos. Acredito que devido as mudanças na minha rotina e a vivencia com situações que eu não precisava antes tenha provocado isso. Este ano quero ser mais paciente, treinar meu temperamento e pensar antes de falar. Quero ser uma pessoa mais serena também. E pensar antes de falar. 

4. Deixar pessoas entrarem 

Este ano quero conhecer pessoas novas e que elas permaneçam. Manter os amigos que eu adoro. Quero poder me abrir mais com as pessoas, principalmente com aquelas que eu gosto. Trabalhar a confiança nelas e deixar as coisas que me magoaram no passado. 

5. Aprender coisas novas 

Estou com uma cede de novos conhecimentos! Principalmente em minha área de trabalho, mas também sobre outros assuntos. Quero correr atrás de tudo que agregue, de tudo me me faça evoluir como profissional e como pessoa. 

6. Retomar minha rotina de leitura 

Acho que 2018 foi o ano que menos li e isso me decepcionou. Em 2019 quero ler pelo menos algumas páginas todos os dias! 

7. Me exercitar 

Em 2018 comecei a me exercitar e fazia por um tempo e parava. Exercitava um tempo, parava de novo, e se repetia. Esse ano vou tentar fazer dos exercícios uma tarefa diária, sem desistir. Isso vem entrelaçado com dois desejos: melhorar alguns aspectos em relação a saúde, e alguns aspectos físicos que tem me incomodado. 

8. Mudar minha alimentação 

Essa é a parte mais difícil, já que não sou eu que preparo as refeições aqui em casa. Então preparar uma refeição separadamente é bem complicada (aceito dicas de como fazer isso dar certo). 

9. Projeto Pocahontas 

É meu bem, em 2019 vai acontecer a vera. Em 2018 eu fazia o cronograma de crescimento por 1 mês ou 2 e ficava com preguiça, quando começava a ver resultados tudo ia por água abaixo ou eu via uma  tesoura. Agora vai ser diferente! (cruzem os dedos!

10. Passar menos tempo na rede 

Pode parecer estranho, mas eu tenho passado muito tempo em Instagram e Whatsapp. Mas o problema não é só esse, é que a maior parte desse tempo é fazendo coisas inúteis e esse tempo poderia ser aproveitado para fazer outras coisas (inclusive cumprir as outras metas) #ficaadica. Vou me policiar bastante quanto a isso e definir horários para o que é pesquisa, o que é informação e o que é mera distração. 

Então meus amores, essas são minhas principais metas para 2019. Dentro de cada uma estou definindo objetivos e metas que vão me ajudar a chegar na meta maior, acho que fica mais fácil de me organizar e conseguir o que eu quero. Se quiserem saber sobre o andamento de alguma coisa especifica deixa um comentário aqui me dizendo. 

E vocês? Quais são suas realizações para 2019? Animados para cumpri-los? Já traçaram o plano de ação para chegar lá? Me conta!! 

Beeeijooo!!!
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22 de novembro de 2018

Precisamos falar sobre filmes

Hey meus amores!! Estou super empolgada para conversar com vocês esses dias, e já que nos últimos meses não teve filmes do mês (sorry guys!), selecionei alguns filmes que eu assisti nos últimos meses e eu precisava falar com você, só porque vale muito a pena. Bora lá!? 

Eu queria falar sobre todos os filmes que eu assisti, porque todos foram ótimos, exceto um, mas não cabe tudo em um só post. 

#1. Deadpool 2
 Direção: David Leitch
Elenco: Ryan Reynolds, Josh Brolin, Morena Baccarin
Gêneros: Ação, Comédia , Aventura
Nacionalidade: EUA
Duração: 2h 00min
Sinopse: Quando o super soldado Cable (Josh Brolin) chega em uma missão para assassinar o jovem mutante Russel (Julian Dennison), o mercenário Deadpool (Ryan Reynolds) precisa aprender o que é ser herói de verdade para salvá-lo. Para isso, ele recruta seu velho amigo Colossus e forma o novo grupo X-Force, sempre com o apoio do fiel escudeiro Dopinder (Karan Soni).

Eu adoro esse filme. Amei o primeiro e as expectativas para a continuação estavam lá em cima. E devo dizer que não me decepcionou em nada. Nesta sequência Cable vem do futuro para matar Russel, uma criança que se torna um grande vilão no futuro e responsável pela morte da família de Cable. Deadpool precisa então encontrar uma maneira para que Cable não mate o menino e nem ele não se torne esse vilão. Porém nosso anti-herói é péssimo com planos, e pior ainda com as palavras, e o final não sai como ele esperava. 

Deadpool continua mais zoeiro do que nunca, com suas piadas amargas e intermináveis, suas caras, bocas e caretas imperdíveis mesmo por traz de uma máscara, o que deixa tudo ainda mais legal. É incrível a expressão corporal que Ryan Reynolds insere no personagem, ele é o ator perfeito para o papel. 

Nessa sequência são introduzidos novos personagens, o que dá um toque todo especial ao filme (inclusive um deles merece um filme solo, só acho). Wade passa por novas experiências que o fazem enxergar a si mesmo de uma maneira diferente, e mudar a ponto de agir um pouco mais como um herói. Os efeitos visuais estão ótimos bem a caráter do primeiro e já que a marca de Deadpool é o exagero, claro que ele estava presente, mas se não fosse assim não seria Deadpool e é isso que amamos nele. O filme é cheio de críticas em forma de piadas, e muitas referências ao mundo cinematográfico. É extremamente engraçado, até a abertura é cômica, e conseguiu dosar muito bem a comédia com a ação. O filme é ótimo, assistirei mais algumas vezes e super recomendo! Mas tirem as crianças da sala haha. Ah! E não esquece de assistir os pós créditos!


#2. Os Vingadores – Guerra Infinita

Criador(es): Joe Russo, Anthony Russo
Elenco: Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo
Gêneros: Aventura, Ação
Nacionalidade: EUA
Duração: 2h 36 min
Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

Eu gosto bastante dos filmes da Marvel. Nos últimos anos tem saído bastantes filmes de herói e eu assisti boa parte deles, e não poderia deixar de conferir o filme mais esperado do ano (mesmo que bem atrasada). Muita gente tentou me dar spoilers sobre este filme só de provocação, mas não estragaram a experiência. O filme é muito bom e tenso. Thanos aparece com tanto poder nessa sequência que acreditamos que ele não poderá ser vencido. 

Gostei bastante que alguns personagens retornaram com uma aparência mais madura. A produção também manteve um toque cômico no filme através de personagens como o homem-aranha, Thor (característica adquirida em seu segundo filme) e os personagens de Guardiões das Galáxias, apesar da tensão pré-filme e sem estraga-la. Senti muita falta de um personagem e não entendi porque ele não apareceu, mas acho que estou esquecendo de algum detalhe dos filmes anteriores. 

Quem acompanha o universo Marvel pelas HQ’s (não eu, meus amigos sim) gostou bastante deste filme e já tem várias teorias sobre o próximo filme, baseado inclusive em outros filmes já lançados. Todos os filmes desde Homem de Ferro até Homem Formiga estão interligados e elaborados para convergir neste ponto. Recomendo muito, e se você assistiu Os Vingadores anteriores mas não assistiu aos filmes solo dos heróis recomendo que assistam. 

Escrevendo sobre este filme não há como não lembrar do tão amado Stan Lee, sua perda é lastimável e que ele descanse em paz.

#3. A maldição da casa Winchester
 Criador(es): Michael Spierig, Peter Spierig
Elenco: Helen Mirren, Jason Clarke, Sarah Snook
Gêneros: Terror, Biografia
Nacionalidades: EUA, Austrália
Duração: 1h 40 min
Sinopse: Herdeira de uma empresa de armas de fogo, Sarah Winchester (Helen Mirren) está convicta de que é assombrada pelas almas mortas através do rifle da família Winchester. Após as repentinas mortes do marido e do filho, ela decide construir uma mansão para afastar os espíritos e ao avaliá-la o psiquiatra Eric Price (Jason Clarke) percebe que talvez sua obsessão não seja tão insana quanto parece.

Primeiro tirem da cabeça essa coisa que o filme tem alguma coisa a ver com Supernatural, não tem absolutamente nada a ver com Dean e Sam Winchester e é impressionante a quantidade de vezes que ouvi coisas do gênero, e fiquei chocada. A mansão Winchester realmente existe e está localizada em San Jose, Califórnia e hoje é local turístico na cidade. É possível encontrar várias informações sobre a mansão e sua história pela internet. 

O filme é baseado em história real e conta a história da casa em constante construção que a dona, a Sr. Winchester, acredita ser assombrada por fantasmas das pessoas mortas pelos rifles Winchester, o negócio da família. 

Eu adorei o filme, achei bem interessante e com aquela dose de suspense e tensão que amo. O filme é rodeado de mistérios que vamos descobrindo aos poucos. Recomendo. 

#4. Atração Obsessiva

Criador(es): David Chirchirillo
Elenco: Lili Simmons, Trent Haaga, Noureen DeWulf
Gêneros: Terror, Suspense, Romance
Nacionalidade: EUA
Duração: 1h 30min
Sinopse: Harris (Jack Cutmore-Scott) é um homem mulherengo e despreocupado que possui o costume de marcar encontros casuais por meio de aplicativos de relacionamento. Tudo vai bem, até que ele conhece Riley (Lili Simmons), uma mulher que manifesta um transtorno comportamental de obsessão e o persegue de maneira cada vez mais perigosa.

Você usa algum aplicativo de relacionamento? Depois desse filme que você excluirá todas as suas contas. 

Eu adoro filmes que me surpreendem, que faz você acreditar em algo e repentinamente desconstrói aquela ideia. E é isso que Atração Perigosa trouxe para mim, e por isso eu o amei. O cara (que eu não lembro o nome) é o típico garanhão, que toda noite dorme com uma mulher diferente sem apegos e no dia seguinte parte para outra. Tudo bem. Até ele conhecer uma garota em um aplicativo de relacionamento que começa a persegui-lo. A partir daí tudo começa a dar errado em sua vida e seu mundo virar de cabeça pra baixo, tudo por conta de uma garota. 

#5. Boneco do Mal

Criador(es): William Brent Bell
Elenco: Lauren Cohan, Rupert Evans, Ben Robson
Gênero: Terror
Nacionalidade: EUA
Duração: 1h 37 min
Sinopse: Greta (Lauren Cohan) é uma jovem americana que aceita um trabalho como babá em uma pequena vila inglesa. Porém, o garoto de 8 anos de quem ela tem que cuidar é, na verdade, um boneco de quem o casal cuida como se fosse um menino de verdade, como uma forma de lidarem com a morte do filho, ocorrida 20 anos antes. Após violar uma lista de regras do garoto, uma série de eventos inexplicáveis transformam a vida dela em um pesadelo.

Seguindo essa linha de surpresas, não posso deixar de recomendar o filme mais louco que assisti esse mês. Boneco do Mal está disponível na Netflix, assista e surpreenda-se como eu. O filme é cheio de mistérios e enigmas, e faz você duvidar de todas as coisas loucas que é mostrado nele. Mas no final tudo se encaixa perfeitamente e torna tudo muito interessante. Se precisasse dar uma nota, daria 9 pelo quanto me surpreendeu. Não daria um 10 porque o final deixou um pouco a desejar. Super recomendo. Você não pode terminar sua semana sem assistir esse filme. 

Quero muito uma continuação. Merece. 

#6. Psicose

Criador(es): Alfred Hitchcock
Elenco: Anthony Perkins, Janet Leigh, John Gavin
Gêneros: Suspense, Terror
Nacionalidade: EUA
Duração: 1h 49min
Sinopse: Marion Crane é uma secretária (Janet Leigh) que rouba 40 mil dólares da imobiliária onde trabalha para se casar e começar uma nova vida. Durante a fuga à carro, ela enfrenta uma forte tempestade, erra o caminho e chega em um velho hotel. O estabelecimento é administrado por um sujeito atencioso chamado Norman Bates (Anthony Perkins), que nutre um forte respeito e temor por sua mãe. Marion decide passar a noite no local, sem saber o perigo que a cerca.

Eu queria assistir Psicose já tem um tempo, sempre achei a história interessante mas sempre arrumava uma desculpa para deixar pra depois. Assisti Bates Motel, que é como se fosse um predecessor do filme, contanto a história de como Norman se tornou Norma em sua adolescência (vale a pena assistir a série também). 

Devo dizer que a história em si é bem inteligente e perspicaz, e para quem gosta de um bom suspense, psicose é um clássico que não pode deixar de ser assistido. Criado pelo tão aclamado Alfred Hitchcock, é a receita perfeita para um grande suspense. Assistir a este filme em preto e branco e com os recursos da época e notar sua genialidade é demais! Assista hoje! Assista agora! Já assistiu? Então você precisa assistir de novo.

Então meus amores, por hoje é só. E aí, o que acharam? Já assistiram algum dos títulos mencionados? Quero saber de tudo!
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