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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Resumo de Filmes #1 – Janeiro

Hellow amadinhos!! Animados com fevereiro? É mês de carnaval e muita gente vai curtir a folia, e se fevereiro é mês de axé e folia, janeiro foi mês de filmes e mais filmes. Esse ano resolvi lançar uma nova categoria de posts, onde vou listar no fim de cada mês ou no início do mês seguinte os filmes que assisti no mês anterior. E aí, vamos conferir os meus filmes de janeiro?

#1 – Sequestro na Ilha
Título Original: Take Down
Sinopse: Bilionários frustrados com o comportamento de seus filhos os matriculam em um acampamento localizado uma ilha remota famoso por dar limites a jovens ricos e rebeldes. Porém, quando o acampamento é tomado por um grupo de criminosos, são os estudantes quem tomam as rédeas da situação e têm a responsabilidade de salvar suas próprias vidas.




Com Phoebe Tonkin (The Originals) e Ed Westwick (Gossip Girl), Sequestro na Ilha pode ser considerado o filme mediano que deu certo. A proposta do filme é um tanto clichê, mas não chega a decepcionar, tem um bom enredo e prende a atenção de quem assiste. O fim não é tão previsível quanto se imagina, pois nos aponta para um vilão e o vilão acaba sendo outro. Eu gostei bastante e gostei que proporcionou alguns momentos de tensão.



#2 – Academia de Vampiros
Sinopse: Na escola de vampiros St. Vladimir estudam Rose (Zoey Deutch) e Lissa (Lucy Fry), duas melhores amigas. Rose é meio humana, meio vampira, que tem o dom de entrar na cabeça de Lissa, uma princesa que domina o elemento do Espírito, sendo capaz de curar pessoas e animais. Juntas, elas pretendem proteger os Moroi, alta linhagem dos vampiros, dos inimigos Strigoi, vampiros do mal.




Academia de Vampiros é baseado na série de livros de mesmo nome, da Richelle Mead, sendo O Beijo das Sombras o primeiro filme de uma possível trilogia. O filme é bem bobinho, mas prende nossa atenção facilmente. Conhecemos Lissa e Rose, uma é vampira e a outra sua protetora, as melhores amigas fugiram da Academia há mais de um ano e viveram entre os humanos passando quase despercebidas, até serem encontradas e obrigadas a retornar a academia.

Eu comecei a ler o primeiro livro da série mas não segui em frente, então não posso fazer comparações, mas julgando só pelo filme, é uma boa escolha. Rose é super divertida e nervosa, e nos apegamos bastante a ela. Ao contrário do que alguns pensam, a produção não é sobre romance, mesmo assim, nos faz shippar um certo casalzinho. Recomendo para um diazinho de bobeira sem muitas pretensões.

#3 – Step Sisters
Sinopse: Quando um grupo de meninas brancas e festeiras envergonham sua escola, Jamilah (Megalyn Echikunwoke), uma aluna negra inteligente, dedicada e capitã de uma equipe de dança, é recrutada para ensinar as meninas a dançar e a ganhar uma competição com elas na equipe. Mesmo com o choque de culturas, a sororidade entre as moças começa a crescer conforme todas saem de suas zonas de conforto.




Step Sisters segue bem a linha de A Escolha Perfeita. O filme é bem divertido e tem bastante dança. Não é como os filmes de dança que eu costumo assistir, e não se parece nada com Ela dança, eu danço (minha maior referência em filmes do gênero). Recomendo bastante por se tratar de uma produção leve e descontraída. Dá para rir bastante e tem muitos momentinhos fofos. Não tem nenhuma grande questão social e nenhuma grande lição de vida, é para sentar, comer pipoca e se descontrair.

#4 – Vende-se esta casa
Título original: Open House
Sinopse: Após a morte do pai, o adolescente Logan Wallace (Dylan Minnette) e sua mãe, Naomi Wallace (Piercey Dalton), se mudam temporariamente para uma casa à venda, buscando superar o trauma familiar. Eles precisam apenas organizar um dia de "portas abertas" para acolher potenciais compradores do imóvel. Depois deste evento, Logan e Naomi começam a perceber presenças estranhas dentro da casa.



Eu vi este filme nos destaques do catálogo da Netflix, me interessei por ele e fiquei adiando. Logo começaram a aparecer as resenhas sobre ele e não eram nada positivas, mesmo assim a curiosidade falou mais alto e eu resolvi assistir, foi o pior erro que eu poderia ter cometido. Na primeira vez que eu tentei assistir, dormi, o filme reproduziu quase todo e eu continuei dormindo, normal. Na segunda tentativa, assisti o filme em pausas, o que me levou a termina-lo em 3 dias, já não era bom sinal.

Vende-se esta casa foi a pior escolha para Janeiro. O filme não tem enredo coerente, não explica nada e não cumpre nada do que promete. O suspense é fraco, a interpretação dos atores deixa a desejar e terminamos o filme nos perguntando o que se passou naquelas intermináveis 1h30m. Alguns personagens secundários surgem somente para cumprir minutos, não vemos proposito algum em sua participação. O assassino é mediano, não vemos nem seu rosto e não sabemos porque ele resolveu perseguir a família. O final é péssimo, assim como toda a produção. Simplesmente não recomendo.

E aí, já assistiu algum dos filmes que citei? O que achou? Me conta aí nos comentários, vou adorar saber!! Beijinhos!!

sábado, 27 de janeiro de 2018

5 joguinhos viciantes para celular

Hellow my lovers!! Como eu vi que vocês gostaram e interagiram bastante no post sobre os apps que não podemfaltar no meu celular, resolvi trazer outro post nessa linha. Quando eu estou sem fazer nada, principalmente no ônibus entre uma cidade e outra, fico um tempão jogando no celular, quem nunca? E tem alguns joguinhos que são viciantes não é? Eu fiz uma lista dos meus preferidos, que tal?

#1 Candy Crush Saga
Acho que não tem como falar de jogos para celular sem falar de Candy Crush e seus derivados (CC Jelly, CC Soda, Farm Heroes e por aí vai). O jogo foi uma febre por muito tempo, todo mundo jogava, e até hoje ainda está em alta (mas não como antes). Nele, temos 5 vidas que são recarregadas com o tempo e precisamos cumprir os objetivos de cada fase combinando doces para passar para próxima. São milhares de níveis, um mais difícil e viciante que o outro, o que nos desafia a tentar passar. E quando usamos todas as vidas temos que esperar recarregar ou então comprar.

#2 Cooking Fever
Jogo de restaurantes que nos faz servir clientes com fome, alguns bonzinhos e outros irritados. É necessário conseguir moedas e diamantes para adquirir melhorias na cozinha e no restaurante, e assim conseguir completar os níveis mais facilmente. Também são necessárias moedas e diamantes para desbloquear novos restaurantes. Tem lanchonete, padaria, pizzaria, japonês, italiano e muitas outras opções. O jogo é viciante, e há uma versão disponível também para Win 8 e Win 10. Eu jogava pelo PC, a tela é maior e fica muito mais legal e fácil de controlar o jogo. É possível jogar off-line.

#3 My Café
Outro joguinho de restaurante. Esse é viciante, você e alguns garçons devem servir os clientes que entram em seu café, preparar bebidas e doces. Eu passo horas nesse joguinho bobinho. Assim como o anterior é necessário moedas e diamantes para comprar os itens da cozinha e as melhorias no café desejadas pelos clientes. A medida que avançamos de nível o preço das guloseimas aumenta, assim como o valor dos itens. Há também festivais e cidades, é possível conversar com outros jogadores, mas infelizmente requer internet para jogar.

#4 Snake VS Block
Descobri esse jogo tem pouquinho tempo. Ele você precisa pegar bolinhas no meio do percurso para fazer com que a cobra fique maior, e no caminho há blocos numerados, cada vez que a cobra bate em um bloquinho ela perde uma parte de si, até não ter mais o que perder. Não tem níveis, mas há uma seção de desafios, um mais difícil e desafiador que o outro. Ele também tem a vantagem de não pesar muito no celular, o que é ótimo.

#5 Sudoku
Quem não conhece sudoku? Acho que todo mundo. O joguinho que tem em qualquer revistinha de rodoviária, em pelo menos uma página, tem várias versões para o celular, das mais simples até as mais elaboradas. É simples e fácil de jogar. Ótimo para te colocar para pensar.

E aí, conhece algum desses joguinhos? Você tem algum joguinho no celular? Me conta aí nos comentários o que você mais gosta de jogar, ou se não gosta disso.

Beeeijooooooo!!!!

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Black Mirror: 1ª e 2ª temporada

Hellow Boys and Girls!! Gente, ultimamente eu tenho aproveitado a Netflix nível hard, ela poderia me contratar só para assistir filmes e séries #ficaadica haha. E nessa onda de ficar olhando catálogo, voltei a assistir a uma série que comecei há um tempo atrás e sem razão nenhuma parei. Eu estou falando de Black Mirror, e vou dividir esse assunto em dois posts para explicar direitinho a vocês do que se trata a série.

Black Mirror é uma série antológica britânica de ficção cientifica que explora o futuro dominado pela tecnologia, gerando conflitos entre a humanidade e os avanços tecnológicos. Com muito suspense, cada episódio possui um tema diferente relacionado a tecnologia, completamente independentes entre si. Parecem mini filmes de 45 min. A série criada por Charlie Brooker teve sua estreia em 2011 pelo Channel 4 e foi comprada pela Netflix em 2015. Atualmente está em sua 4ª temporada.

1ª temporada
Episódio 1 – The National Anthem
Após a princesa Susannah ser raptada, o primeiro-ministro Michael Callow precisa tomar uma difícil decisão para salvar a princesa desse sociopata. É dado um prazo a Michael, e a exigência é que ele pratique certo ato nojento em rede nacional, com toda a Inglaterra assistindo, ou então matará a princesa.

Este é um episódio um tanto chocante para uma estreia. Não vi razão óbvia para a exigência feita, além de pura humilhação. Mostra também um lado obscuro da humanidade, que se diverte com coisas nojentas e humilhantes.

Episódio 2 – Fifteen Million Merits
Aqui a sociedade é dividida em duas: os riquíssimos e aqueles que desejam ser riquíssimos. A segunda categoria precisa correr muito para conseguir pouco, e vivem em uma caixa, quase escravizados, com um único objetivo: correr. Nesta história conhecemos uma mulher que tem um sonho de ser uma grande cantora, ela ganha um bilhete para participar de uma audição, porém é humilhada no palco, e deve escolher entre viver uma vida promiscua ou ser novamente escravizada.

Episódio 3 – The Entire History of You
No futuro todos tem acesso a um implante de memória na cabeça capaz de gravar tudo o que se faz, vê ou ouve. Através do implante é possível assistir novamente a memórias gravadas, deletar e até mesmo assistir na TV com outras pessoas. Neste episódio conhecemos um homem que descobre a traição de sua esposa e fica obcecado revendo suas memórias e as dela.

2ª temporada
Episódio 1 – Be Right Back
Martha perde seu marido em um acidente de carro, e passa a manter contato com ele através de um novo serviço que simula a pessoa morta através de informações pessoais, vídeos, fotos, áudios e acesso a contas da pessoa falecida, o serviço consegue simular como a pessoa responderia a conversas e como reagiria a certas situações. Mas tudo dentro dos limites das informações que lhe forem passadas.

Dividida entre a razão de que a voz com quem ela conversa não é realmente seu marido, e a saudade e o conforto que o serviço lhe traz, Matha leva o serviço ao nível máximo. Martha fica emocionalmente abalada e interage com a versão inumana de seu marido durante anos, sem ninguém saber. Este foi para mim um dos episódios mais bizarros pelo aspecto emocional.

Episódio 2 – White Bear
Victoria acorda em uma casa que ela não reconhece e não se lembra de nada sobre sua vida. Todos se recusam a falar com ela, e ela passa a ser caçada pela cidade, sem saber porquê. O episódio começa de uma maneira e no fim entendemos de uma maneira completamente diferente. Mostra a alienação e crueldade humana.

Episódio 3 – The Waldo Moment
Este é um episódio político. Nele conhecemos Jamie, um comediante fracassado que dubla um urso animado que faz uso de piadas ruins e muitos palavrões. O comediante então se envolve uma trama política quando Waldo, o urso, se candidata a um cargo político, sem ideais e sem objetivos. Quando Jamie percebe o mal que está fazendo através do personagem tenta acabar com a farsa, mas é impedido e sua vida acaba saindo dos trilhos. Jamie tem um destino cruel enquanto Waldo ascende.

Episódio Especial – White Christmas
Mais uma vez nada é o que parece ser. Aqui dois homens em uma cabana gélida contam 3 histórias sobre descontroles tecnológicos. Cada história tem um triste fim, e levam ambos os homens a um destino inimaginável.

E aí já conhecia a série? Assistiu? Me conta aí o que achou! Beeijoo e até o próximo post!!


Ao longo da semana passada fiz pequenas alterações no layout do blog, cabeçalho, fundo, alguns gadgets. Amei o resultado! E você? Notou a diferença? Achou o que?