15 de setembro de 2019

Resenha: Kit Capil Horse


E aí meninas, como vocês estão? Hoje eu vim contar para vocês um pouquinho sobre um kit que eu comecei a usar recentemente, mas já vinha desejando há um tempo. É o Kit Capil Horse da Mary Life, para crescimento e fortalecimento. 

O kit vem com um Shampoo, um condicionador, uma máscara de tratamento e um leave-in dentro de uma caixa econômica e elegante. Todos os produtos ficam bem organizados dentro dela e não ocupam muito espaço. As embalagens são pretas, simples porém bonitas. 

A linha promete força e crescimento para os fios, e é para todos os tipos de cabelo. Contém vitamina A, pantenol, óleo de rícino, jaborandi, queratina, castanha do Brasil, biotina e aloe vera. 

O Shampoo: O shampoo contém 400 ml, é amarelinho, limpa bem mas de maneira suave e deixa os cabelos bem leves. 

Composição: Aqua, Sodium Laureth Sulfate, Cocamide DEA, Cocamidopropyl Betaine, Guar Hydroxypropyltrimonium Chloride, PEG 150 Distearate, Sodium PCA, Parfum, Methylchloroisothiazolinone, Methylisothiazolinone, Disodium EDTA, Citric Acid, Propylene Glycol (and) Glycyrrhiza Glabra (Licorice) Rhizome/Root (and) Rose Extract (and) Hydrolyzed Rhodophyceae Extract (and) Cichorium Intybus (Chicory) Leaf Extract (and) Bertholletia Excelsa Seed Oil (and) Menthol (and) Biotin (and) Panthenol, Retinyl Palmitate/carrotpolypeptide, Berthoelletia excelsa seed extract, Panthenol, Aloe barbadensis extract, Keratin, Pilocarpus pennatifolius extract, Ricinus Communis seed oil, CI 19140, CI 77019, CI 77891, Butylphenyl Methylpropional, Citronellol, Coumarin, Geraniol, Hydroxycitronellal, Limonene.

Máscara de tratamento: A máscara contém 250 g, o que de início eu achei bem pouco, mas não é necessário aplicar uma grande quantidade dela no cabelo. Ela é branca e tem uma consistência durinha, não derrama facilmente. Tirei o excesso de água do cabelo e apliquei mecha a mecha (o cabelo parece que “sugou” a máscara), deixei agir por 20 minutos como indica a embalagem. 

Composição: Cetearyl Alcohol, Cetyl Alcohol, Peg-40 (and) ppg-8 methylaminopropyl (and), Hydropropyl dimethicone copolymer, Stearamidopropyl dimethylamine, Behentrimonium chloride, Disodium EDTA, methylisothiazolinone, methylchloroisothiazolinone, Citric acid, Parfum, Biotin, Retinyl Palmitate, Berthoelletia excelsa seed extract, Panthenol, Aloe barbadensis extract, Keratin, Pilocarpus pennatifolius extract, Ricinus Communis seed oil, Aqua, (ALERGÊNICOS).

Condicionador: O condicionador tem 300 ml e uma consistência bem grossinha, o que me surpreendeu. Sela bem os fios. Achei ok. 

Composição: Cetrimonium Chloride, Cetearyl Alcohol, Isopropyl Alcohol, Polyquaternium 7, Behentrimonium chloride, Glycerin, Propylene Glycol (and) Glycyrrhiza Glabra (Licorice) Rhizome/Root (and) Rose Extract (and) Hydrolyzed Rhodophyceae Extract (and) Cichorium Intybus (Chicory) Leaf Extract (and) Bertholletia Excelsa Seed Oil (and) Menthol (and) Biotin (and) Panthenol, Retinyl Palmitate/carrotpolupeptide, Berthoelletia excelsa seed extract, Panthenol, Aloe barbadensis extract, Keratin, Pilocarpus pennatifolius extract, Ricinus Communis seed oil, Aqua, Butylphenyl Methylpropional, Citronellol, Coumarin, Geraniol, Hydroxycitronellal, Limonene.

Leave in: O leave in tem 350 ml e acho que vai durar muito! Ele é bem consistente e vem em uma embalagem de pump, um pump foi suficiente para o meu cabelo todo. Não deixa o cabelo pesado e dá até um brilho a mais. Gostei bastante e acredito que irei usar muito. 

Composição: Cetrimonium Chloride, Cetearyl Alcohol, Isopropyl Alcohol, Alcohol, Lanolin, Glycerin, Parfum, Methylisothiazolinone, Methylchloroisothiazolinone, Polyquaternium 7, Cyclopentasiloxane, Dimethiconol, Cyclotetrasiloxane, Ethylhexyl Methoxycinnamate, Aqua, Propylene Glycol (and) Glycyrrhiza Glabra (Licorice) Rhizome/Root (and) Rose Extract (and) Hydrolyzed Rhodophyceae Extract (and) Cichorium Intybus (Chicory) Leaf Extract (and) Bertholletia Excelsa Seed Oil (and) Menthol (and) Biotin (and) Panthenol, Retinyl Palmitate/carrotpolypeptide, Berthoelletia excelsa seed extract, Panthenol, Aloe barbadensis extract, Keratin, Pilocarpus pennatifolius extract, Ricinus Communis seed oil, Butylphenyl Methylpropional, Citronellol, Coumarin, Geraniol, Hydroxycitronellal, Limonene.

Após usar todos os produtos, deixei o cabelo secar naturalmente. Senti ele bem solto, hidratado e bem brilhoso. A linha toda tem um cheirinho bem suave e agradável que fica no cabelo por algumas horas, mas sem chamar muito a atenção. Ainda não posso falar sobre crescimento, que é a proposta principal da linha, pois tenho pouco tempo de uso. Provavelmente venha falar sobre isso de novo.

Uma coisa que eu não gostei sobre os produtos, é que só encontramos para vender o kit completo, e não os produtos separadamente. Como sei que o shampoo e o condicionador vão acabar primeiro isso é uma desvantagem para mim, já que para repor terei de comprar o kit completo. 

A caixa diz que há um Óleo de Reparação que é vendido separadamente, mas eu não o encontrei para comprar. 

Na internet é possível encontrar o kit por cerca de R$30,00. 

E você conhece a linha? Usou? Teve bons resultados? Conta aqui para mim, eu vou adorar saber! Beeijoo meninas e até já.
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28 de agosto de 2019

Filmes para ver na Netflix


Oi meus amores!! Sumi devido a estudos, estudos, muitos estudos!! Estou me preparando para concurso e como tive algumas provas início do ano, precisei dar um tempo. Mas hoje vim trazer para vocês três filmes disponíveis na Netflix que vocês podem querer assistir... ou não.

1. Alguém Especial 

Direção: Jennifer Kaytin Robinson
Elenco: Gina Rodriguez, Lakeith Stanfield, DeWanda Wise e mais
Gêneros: Comédia, Romance
Nacionalidade: EUA
Ano: 2019
Duração: 1h 32min
Sinopse: Depois de passar por um término devastador, a jornalista musical Jenny (Gina Rodriguez) resolve fazer uma longa viagem por Nova York com suas melhores amigas. Pretendendo fazer desta uma noite inesquecível, elas acabam aprendendo muito mais do que imaginavam e vivem alguns dos momentos mais importantes de suas vidas. 

Confesso que só assisti ao filme por causa da Gina Rodriguez, sou louca por ela desde Jane The Virgin. Mas dos 3 filmes citados hoje, com certeza é o melhor (o que eu mais gostei pelo menos). Gina é super divertida, engraçada e consegue nos transmitir tantas emoções que não tem como não amar essa atriz. 

Jenny acabou de sair de um relacionamento duradouro, ao mesmo tempo em que recebeu uma grande proposta profissional. Dividida entre as alegrias da carreira e as lágrimas provocadas pelo fim do relacionamento, Jenny divide suas emoções e seus dias mais loucos com suas duas melhores amigas, Erin e Blair. São três personagens completamente diferentes, mas que se completam, e uma sempre apoia a outra. 

O filme é muito engraçado, vai tirar muitas risadas, e talvez algumas lágrimas. Não é sobre encontros, mas sobre fins. Fim de um relacionamento, de um ciclo e a mudança de um cenário. Traz também outras temáticas dessa vida jovem, o relacionamento entre amigas e as escolhas profissionais. É contado após o término e com flashbacks desde o dia que se conheceram. Recheado de festas, risadas, crises de choro aleatória e loucura. 

Recomendo? Sim, claro, óbvio, sem dúvidas!! Com certeza assistirei de novo. 

Obs: as drogas e bebedeira não são um bom exemplo. 

2. Missão no Mar Vermelho 

Direção: Gideon Raff
Elenco: Chris Evans, Michael K. Williams, Ben Kingsley e mais
Gêneros: Ação, Histórico
Nacionalidade: EUA
Ano: 2019
Duração: 2h 09min
Sinopse: Em 1997, a Mossad, agência de inteligência israelense, recebe a missão do primeiro ministro de resgatar os judeus etíopes do Sudão e levá-los para Israel. Ari Kidron (Chris Evans), um charmoso agente israelense, reúne um grupo de pessoas para formar uma equipe de ajuda no êxodo de judeus. 

Missão no Mar Vermelho é um filme baseado em fatos reais que vai falar sobre o processo de êxodo de refugiados do Sudão para Israel. Muitas famílias morriam ao tentar fugir, alguns eram deixados para trás. Era uma época de muito sofrimento, principalmente para os mais pobres, em um lugar onde alguns escravizavam e matavam seu próprio povo. 

É então que conhecemos Ari Kidron, um israelense que tem como missão salvar seu povo, ajudando-os com a promessa de leva-los até Jerusalém. Após uma missão, Ari é chamado de volta pelo governo Israelense, que encerra as missões de resgate. É então que Ari surge com uma ideia para tentar salvar o restante dos refugiados: reativar um antigo hotel para servir de fachada para a operação. Ele reúne um grupo de antigos conhecidos e os convence a participar da missão. Tudo fica ainda mais interessante quando o hotel passa a ter clientes de verdade. 

É um bom filme, e eu já estava ansiosa para assisti-lo assim que vi o trailer. Porém, apesar de ter uma história interessante e um bom elenco, o filme pecou um pouco em roteiro. Uma coisa que me incomoda bastante em muitos filmes é deixar pontas soltas e histórias mal explicadas. E isso acontece muito aqui. Pouco se sabe sobre o passado de Ari e menos ainda sobre as pessoas que ele recrutou, e o porquê de cada um ser tão importante para aquele trabalho. Ainda conseguimos saber de uma motivação pessoal para Ari, mesmo assim, esperava descobrir mais coisas sobre os personagens. 

Fora isso, é um filme que vale a pena ser assistido. Tem cenas bem emocionantes e seus momentos de humor. Recomendo. 

3. Sequestrando Stella 

Direção: Thomas Sieben
Gênero: Thriller
Ano: 2019
Duração: 1h 29min
País de origem: Alemanha
Sinopse: Ela foi capturada na rua, amarrada e amordaçada. Agora, Stella fará de tudo para arruinar os planos de seus sequestradores mascarados. 

Sequestrando Stella é um remake alemão de um filme britânico (O desaparecimento de Alice Creed), nele Stella é sequestrada por dois criminosos que acabaram de sair da prisão. O plano é bem elabora e o sequestro é bem elaborado em seus detalhes, com uma exceção: um dos criminosos tem uma ligação emocional com a vítima. 

Eu gosto muito desse estilo de filme, o que me faz sempre começar com grandes expectativas, porém Sequestrando Stella só manteve tais expectativas nos primeiros 15 minutos de filme. A vítima descobre muito rápido quem é um dos sequestradores, e quando um segredo seu é revelado não é bem trabalhado. 

Filme morno e sem muitas emoções. Não faz jus a sinopse ou trailer. Final um tanto previsível. Assisti até o fim só para saber se teria algo realmente interessante. Não teve. Não recomendo.

E você? Assistiu algum deles? Tem algum filme para me recomendar? Me conta! Beeejoo!!!
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13 de abril de 2019

Filmes do mês: Março

Oi gente!! Como vocês estão? Radiantes? Fevereiro não teve filmes do mês. Isso porque foi um mês bem corrido e eu não assisti nada de filme, para ser sincera assisti um só na época de carnaval e resolvi deixar para o post desse mês. Falando em carnaval, como foi o de vocês? O meu foi bem tranquilo, fugindo de circuito. Vamos aos filmes!? 

#1. Nasce uma estrela 

Ano: 2018
Duração: 2h 16min
Direção: Bradley Cooper
Elenco: Lady Gaga, Bradley Cooper, Sam Elliott
Gêneros: Drama, Romance
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Jackson Maine (Bradley Cooper) é um cantor no auge da fama. Um dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber algo. É quando conhece Ally (Lady Gaga), uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Jackson se encanta pela mulher e seu talento, decidindo acolhê-la debaixo de suas asas. Ao mesmo tempo em que Ally ascende ao estrelato, Jackson vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool. 

Eu tinha que começar por este filme pois foi, sem dúvidas, o melhor de todos. Gosto muito de Lady Gaga e queria muito ver como seria ela atuando, e amei. O filme é lindo, triste, e emocionante. A trilha sonora é a mais linda possível e Lady Gaga e Bradley Cooper cantando, juntos ou não, é ótimo. Mereceu o oscar que recebeu? Sem dúvidas. 

Enquanto Ally (Lady Gaga), uma garçonete com um talento incrível ganha notoriedade e torna-se uma estrela, seu novo amor Jack (Bradley Cooper) é vencido pelo álcool e drogas, destruindo sua carreira em meio a vexames e irresponsabilidades. Por detrás dos palcos o amor de Ally e Jack só cresce, mas não o suficiente para acalmar o psicológico já fraco e abalado de Jack que o leva ao seu triste fim. 

É um filme lindo de ver. Recomendadíssimo. Recebeu 201 indicações a diversões prêmios e ganhou 59, incluindo o Oscar de Melhor Canção a Lady Gaga por Shallow. Chorei e ainda vou chorar mais, porque certeza que vou assistir de novo. Também reproduzi Shallow umas mil vezes até agora. Escutem também Always Remember Us This Way e I’ll Never Love Again. 

#2. Megarromântico 

Ano: 2019
Duração: 1h 28min
Direção: Todd Strauss-Schulson
Elenco: Rebel Wilson, Liam Hemsworth, Adam Devine
Gêneros: Comédia , Romance
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Natalie (Rebel Wilson) é uma jovem arquiteta bastante cética em relação ao amor, que se empenha para ser reconhecida por seu trabalho. Um dia, ao saltar do metrô, ela é assaltada em plena estação e, ao reagir, acaba batendo com a cabeça em uma pilastra. Ao despertar em um hospital, ela descobre que, misteriosamente, foi parar dentro de um filme de comédia romântica. 

Assisti a Megarromântico sem muitas pretensões, mas me apaixonei pelo filme. Ele de uma certa forma critica as comédias românticas e seus vários clichês. Temos uma mulher que é super inteligente, engraçada e de bem com seu corpo, mas que desacredita no amor. Após um assalto onde é agredida, ela acorda em uma comédia romântica onde sua vida é perfeita, é reconhecida e tem um gato se apaixonando por ela. 

Do outro lado da história temos o típico galã bonitão, rico e do sorriso lindo, mas que é um idiota de marca maior. Ele é o cara que ela nunca esperava que pudesse se apaixonar por ela, mas no fundo só quer se aproveitar dela no âmbito profissional (do qual ele não tem a mínima capacidade). E no meio de tudo isso, temos o amigo, que ela nunca imaginou que estaria interessado nela, mas sempre esteve, e seriam o par perfeito. 

Mas não é realmente disso que se trata o filme, e só vamos entender no meio para o final. O filme quer falar de amor próprio e ele fala disso lindamente. Natalie descobre no final do filme que o amor que ela realmente precisa é o amor dela mesma. 

Ótimo filme, leve, divertido e com uma mensagem especial. Disponível na Netflix. 

#3. Buscando 

Ano: 2018
Duração: 1h 42min
Direção: Aneesh Chaganty
Elenco: John Cho, Debra Messing, Michelle La
Gêneros: Suspense, Drama
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Após uma jovem de 16 anos desaparecer, seu pai David Kim (John Cho) pede ajuda às autoridades locais. Sem sucesso, após 37 horas, David decide invadir o computador de sua filha para procurar pistas que possam levar ao seu paradeiro. 

Gosto muito desse tipo de filme, e Buscando é sensacional! O filme se passa totalmente nas telas de computadores, celulares e afins, e mesmo assim não é monótono e é bastante realístico. David faz um verdadeiro trabalho investigativo ao entrar no computador de sua filha após seu desaparecimento. O pai entra em contato com amigos, vasculha redes sociais e descobre uma filha que não conhecia, e isto também, desperta nele desconfianças. O filme é bastante emocional, e além disso, foi muito bem produzido, e cada detalhe foi bem pensando e bem colocado, desde as filmagens aéreas até as notícias de segundo plano exibidas nos sites vistos na tela. Fiquei encantada com este filme, em como ele foi bem desenvolvido e bem produzido. Super recomendo. Um dos melhores do mês. 

#4. Dumplin 

Ano: 2019
Duração: 1h 50min
Direção: Anne Fletcher
Elenco: Jennifer Aniston, Danielle Macdonald, Harold Perrineau
Gênero: Comédia dramática
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Willowdean Dickson (Danielle Macdonald), é uma jovem acima do peso e bastante confiante com o próprio corpo, apesar de não ter o respeito de sua mãe, uma ex-miss (Jennifer Aniston). Quando se apaixona pelo atleta Bo (Luke Benward) e começa a ter inseguranças. Will decide entrar num concurso de beleza como forma de protesto. 

Gostei muito de Dumplin pela mensagem que transmite. Infelizmente não li o livro no qual ele se baseia, então não tenho comparações a fazer. Willow tem uma relação conturbada com sua mãe, uma ex-miss que hoje organiza concursos de beleza. Por outro lado, a garota tem uma relação muito boa com sua tia, com a qual se identifica muito e é também sua melhor amiga. Quando Willow entra no concurso organizado pela própria mãe, como forma de protesto, descobre coisas que não sabia sobre a tia, a mãe e sobre si mesma, ganha novas amigas e uma nova visão por parte de sua mãe. Filme muito bom para assistir em uma tarde despreocupada. Recomendo. Você pode assistir na Netflix.

#5. A Justiceira 

Ano: 2018
Duração: 1h 35min
Direção: Pierre Morel
Elenco: Jennifer Garner, John Ortiz, John Gallagher Jr.
Gêneros: Suspense, Ação
Nacionalidade: EUA
Sinopse: Quando o marido e a filha são mortos a tiros diante de um parque de diversões, Riley (Jennifer Garner) acorda de um coma e passa os anos seguintes aprendendo a se tornar uma máquina de matar. No quinto aniversário da morte de sua família, ela tem como alvo todos os responsáveis: a gangue que cometeu o crime, os advogados que os libertaram e os policiais corruptos que permitiram que tudo acontecesse. 

Assisti a este filme meio sem saber o que esperar. Não me decepcionou, mas também não é maravilhoso. Tem uma forte carga emocional, e uma boa justificativa para seu desenvolvimento. Porém é mais um filme com muito sangue e violência e para por aí. Comparando a Polar, gostei mais deste. 

#6. Polar 
Ano: 2019
Duração: Direção: Jonas Åkerlund
Elenco: Mads Mikkelsen, Vanessa Hudgens, Katheryn Winnick mais
Gêneros: Ação, Policial
Nacionalidades: EUA, Alemanha
Sinopse: Duncan Vizla (Mads Mikkelsen) é um dos maiores assassinos de aluguel do mundo, mas por conta da idade avançada e da exaustão física e mental que trazem a sua profissão, o homem está em vias de se aposentar. No entanto, seus planos são interrompidos quando seu antigo chefe o convoca para uma missão trabalhosa. Ele precisa liquidar uma trupe de jovens assassinos sanguinários, mas a tarefa se mostra cada vez mais difícil. 


Queria muito assistir Polar depois de toda a propaganda e do trailer, e mais mais ainda por conta de Wanessa Hudges e do Mads. Mas acabei me deparando com mais um filme violento (extremamente violento e explicito) e com pouca ou nenhuma história. Para quem gosta de muito sangue e cenas nada criveis, é bom, nada além disso. Altas expectativas e decepcionada. Disponível na Netflix.

E você assistiu algum desses? Me conta o que achou!! Beeeijoo e até a próxima. 
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17 de março de 2019

A sutil arte de ligar o f*da-se

Oi meus amores! Como estão? Há um tempinho eu não vinha aqui falar de algum livro com vocês. Apesar do ritmo lento, eu estava lendo, mas fui empurrando com a barriga e acabei não escrevendo nada sobre o que eu li. Quem sabe, mais na frente eu trago um resumão de tudo que li. Mas hoje vamos falar de um livro que eu gostei muito de ler, apesar de não ser meu estilo favorito. 

Autor: Mark Manson
ISBN: 9788551002490
Ano: 2017
Páginas: 224
Gênero: Autoajuda
Editora: Intrínseca
Sinopse: Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se torturar para pensar positivo enquanto sua vida vai ladeira abaixo. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço. Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva — sem querer desprezar o valor de nada disso, a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita por parecermos otimistas o tempo todo. É um pecado social se deixar abater quando as coisas não vão bem. Ninguém pode fracassar simplesmente, sem aprender nada com isso. Não dá mais. É insuportável. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o foda-se. Mark Manson usa toda a sua sagacidade de escritor e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. E ele faz isso da melhor maneira. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e diz, olhando nos seus olhos: você não é tão especial. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão. Para os céticos e os descrentes, mas também para os amantes do gênero, enfim uma abordagem franca e inteligente que vai ajudar você a descobrir o que é realmente importante na sua vida, e f*da-se o resto. Livre-se agora da felicidade maquiada e superficial e abrace esta arte verdadeiramente transformadora. 


Começando por título e capa, foram as duas coisas que mais me chamaram a atenção. Achei a capa muito bonita e o título bem diferenciado, porém o conteúdo não condiz totalmente com o título, ele tenta, faz referências ao título em algumas passagens, mas não passa disso. 

Apesar de ter gostado da leitura e terminado o livro rápido, encontrei pontos positivos e negativos sobre ele. Eu gostei do estilo de escrita, como se fosse um amigo que sentasse e estivesse conversando com você sobre a vida. Achei muitas coisas do que ele diz válidas, como o senso que prioridades, responsabilidades, escolhas e motivação. Isso é excepcional. Mark também não se incomoda em trazer palavrões, sarcasmos e ironias, o que não é muito comum nesse estilo de livro. 

A primeira parte do livro foi a que mais me prendeu a atenção e minha parte preferida. Ele traz alguns fatos sobre pessoas conhecidas pelo mundo todo, fatos que eu não conhecia, como Buda, Metallica, Megadeth e Malala. Todas elas nos fazem pensar, nos dá um impulso para seguir em frente caso estejamos passando por um momento ruim. Nos faz analisar cada momento ruim também como uma oportunidade. 

A história de Malala, apesar do pouco que foi contada, é a mais interessante do livro, e por causa deste eu vou ler o livro sobre a vida dela. Já ouvi falar sobre a garota que quase foi morta porque queria estudar, mas somente agora me interessei de verdade sobre sua história. 

Por outro lado, ele tenta nos dizer que somos responsáveis pelas escolhas que fazemos e que temos controle sobre nossas reações quanto as consequências dessas escolhas, ou quanto aos fatos cotidianos. Isso é só em parte verdade, sabemos que controlar nossas reações e nossos sentimentos em relação a alguns acontecimentos de nossas vidas não é tão simples, conseguimos controlar até certo ponto, e algumas levam tempo. Em alguns momentos do livro Mark faz parecer que isso é a coisa mais simples do mundo, e não apresenta um método que funciona, ou um método sequer. 

Gostei dos fatos que ele traz de sua vida, e de momentos que o impactaram. O livro também tem muitas passagens legais e consegue sim ser crítico, tirei vários quotes, e consegui perder todos. Mas vou tentar recuperar alguns. Um deles retrata exatamente o que estamos vivendo hoje: 

Em vez de reportar histórias e problemas reais, a mídia acha muito mais fácil (e lucrativo) encontrar algo levemente ofensivo, transmitir o caso para ampla audiência, criar a sensação de ultraje e depois transmiti-la de um jeito que também cause ultraje a outra parcela da população. Isso desencadeia um eco de asneiras que ricocheteia entre dois lados imaginários e ao mesmo tempo distrai dos verdadeiros problemas e injustiças da sociedade. Não é de se estranhar que estejamos mais politicamente polarizados do que nunca. 

Numa época em que as pessoas não leem mais as notícias, que tiram conclusões pela manchete, e que tudo se torna verdade absoluta sem pesquisar, sem saber de todos os fatos, e onde duas linhas no facebook são fatos, isso não poderia ser mais real. 

É um livro legal, mas não trataria como autoajuda ou seus “ensinamentos” como regras, eles podem servir como um meio de reflexão, de reavaliar sua vida e suas atitudes. É preciso ter cuidado ao ler A sutil arte de ligar o f*da-se. Cada um tem sua própria realidade, e muitas vezes não podemos ligar o foda-se para tudo o que queremos. Você não pode fazer isso com o seu chefe se tem uma família para alimentar e contas a pagar. Ás vezes essa ilusão de super autocontrole se torna uma auto-sabotagem, afinal nossas ações impactam na vida de outros e vice-versa. 

Recomendo? Sim, mas com cautela. 

E você? Já leu o livro? Tem vontade? Me conta aí!!! Beeeijoo e até a próxima! 

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19 de fevereiro de 2019

Tell Me A Story


Oie meus amados!! Como estão? Eu estou aqui super na correria, e com vontade de contar sobre um monte de coisas. 

Tem um bom tempo que não falo de séries por aqui, então hoje eu vim trazer para vocês uma série que eu amei assistir, assisti super rápido e de modo geral me surpreendeu. Estou falando de Tell Me A Story

Tell me a story é uma série americana de triller psicológico baseada em Érase una vez, uma série mexicana. Na primeira temporada três contos são recriados de forma atual e sombria: Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos e João e Maria. As três histórias e seus personagens estão de alguma maneira interligados, e gostei bastante disso. 

Chapeuzinho Vermelho foi a história que eu mais gostei, protagonizada pela linda Danielle Campbell como Kayla Powell (a Chapeuzinho) e Billy Magnussen como Nick Sullivan (o Lobo). Na minha opinião, foi também a história que foi melhor referenciada, tendo a presença de objetos cruciais como o capuz vermelho dado a Kayla, a presença e a nova amizade com sua vó, a referência do lobo e até a famosa frase “que orelhas grandes você tem” em certo momento da série. 

Logo no começo gostamos do vilão, virando o foco para outro personagem, até que o Lobo se revela no que ele realmente é, um psicopata. E a partir daí vemos que a história é bem mais profunda do que aparentava ser.



A história dos Três Porquinhos também foi bem referenciada, com máscaras de porcos e lobo, e tem passagens bem sombrias. Paul Wesley como Eddie Longo, um dos porquinhos, é o mais perturbado de toda a série e até torci por ele, mas sem esperanças. Mas quem impulsiona essa parte da trama é sem dúvidas James Wolk como Jordan Evans, que alimenta uma vingança e uma busca por justiça após uma tragédia em sua vida. 

É a história mais trágica e com o final mais triste de todas as histórias, mas que tem grande importância e é o maior elo entre as histórias. 



Paralelamente temos João e Maria. Para mim, foi a menos referenciada, exceto pelo fato dos personagens serem irmãos e da “trilha de migalhas”. A história é bem legal e gostei da forma de Hanna Perez (Dania Ramirez), apresentou uma Maria forte, inteligente e sobrevivente. Trouxe um final digno para sua história. 


A série é recheada de muitas mortes, a maioria delas bem tristes. De qualquer maneira, gostei bastante dela, e já aguardo ansiosamente pela segunda temporada. Ainda não se sabe muito sobre a segunda temporada, ou se os personagens da primeira vão retornar. Vale a pena assistir a primeira temporada e recomendo!! 

E você já assistiu? Me conta aí o que achou!! Ou se pretende assistir. Beeeijoo!! Até loguinho. 

Ps: Não sei porque não estou conseguindo acessar o blog de algumas pessoas, aparece uma página de erro. Alguém sabe o que está acontecendo? Ou porque isso acontece?
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28 de janeiro de 2019

Filmes do mês: Janeiro 2019


Hello People!! Como está sendo esse início de ano para vocês? Eu ainda não consegui definir, mas pelo menos estou seguindo firme na tentativa de alcançar algumas das metas traçadas. Janeiro é mês de férias para muita gente, e assim assistimos muitos filminhos né? Eu aproveitei para assistir os filmes da Marvel que faltavam. Vamos conferir o que eu assisti? 

#1. Antes que eu vá 

Ano: 2017
Direção: Ry Russo-Young
Elenco: Zoey Deutch, Halston Sage, Elena Kampouri
Gêneros: Drama, Suspense
Nacionalidade: EUA
Duração: 1h 38min
Sinopse: Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida.. No entanto, essa vida perfeita chega a um final abrupto e repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia de sua morte. Porém, segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino. 

Eu queria assistir esse filme há um tempo mas sempre acabava deixando para trás. Ele é baseado em um livro de mesmo nome, de Lauren Oliver, que eu já quis muito ler, mas acabei não lendo. O filme é bem legal, e eu adoro a Zoe. O filme mostra como a maneira como tratamos as pessoas pode afetar a vida delas, principalmente o bullying na adolescência, uma fase que somos tão vulneráveis. E Zoe e suas amigas são bem maldosas. Gostei da transformação pela qual a personagem principal passou ao longo do filme, mas fiquei um pouco triste. Foi um pouco diferente do eu imaginava e do que eu esperava do filme, mas não foi ruim. Comecei bem o ano. 

#2. A Gripe 

Ano: 2013
Direção: Sung-Soo Kim
Elenco: Hyuk Jang, Soo Ae, Andrew William Brand
Gênero: Terror
Nacionalidade: Coréia Do Sul
Duração: 1h 57min
Disponivel Netflix Sinopse: Bundang, no subúrbio de Seul, está passando por uma epidemia devastadora. Byung-woo (Erik Scott Kimerer) morre em decorrência de um vírus desconhecido. No início, o vírus não recebe importância, e a população não se previne. Em pouco tempo, centenas de moradores da região são atingidos pelo vírus. O caos de instaura. O governo do país pede isolamento da área. Enquanto isso, um especialista procura o sangue que será capaz de desenvolver a vacina contra o vírus. 

Um dos filmes que eu mais gostei de assistir esse mês. Fazia um tempo que eu não assistia um filme coreano, e geralmente eu gosto deles pela história bem contada e a carga emocional. Apesar de algumas lacunas aqui ou ali, é um ótimo filme com uma cronologia bem amarrada. Os personagens são cativantes e nos emocionam. Não consegui tirar os olhos da tela. Chorei. Ri. Os filmes coreanos apesar do drama, sempre trazem algum senso de humor, e eu adoro. Um ótimo filme. Recomendo muito. A única coisa que me incomodou um pouco foi a dublagem, mas após alguns minutos de filme acostumei. 

#3. Quando os anjos dormem 

Ano: 2018
Direção: Gonzalo Bendala
Elenco: Julián Villagrán, Marián Álvarez, Ester Expósito
Gênero: Suspense
Nacionalidade: Espanha
Duração: 1h 31min
Disponivel Netflix Sinopse: Germán (Julián Villagrán) é um executivo de uma importante empresa de seguro de vida ocupado demais com o trabalho para dar atenção a sua família amorosa. Quando, na noite do aniversário de sua filha pequena, ele tenta dirigir para causa exausto de tanto trabalhar, um acidente transforma aquela noite em um terrível pesadelo. 

Não sei os anjos, mas eu durmo. Para mim, Quando os anjos dormem foi o filme que não deu certo. A história é bem amarrada, mas não é muito crível. Fiquei mais da metade do mais tentando desvendar se a informação que ele queria transmitir era real, até gostei disso, eu gosto do mistério e quando a história tenta nos enganar, mas não sei se era essa a real intenção, vou simplesmente mal produzido. 

Os personagens são chatos e irritantes, não consegui gostar ou me apegar nem as vítimas. Eu achei que iria gostar muito desse filme, sendo um dos meus gêneros preferidos e me decepcionei. E, ah... eu dormi em certo momento e precisei voltar. Se eu recomendo? Não. 

#4. O Homem-formiga e a Vespa 

Ano: 2018
Direção: Peyton Reed
Elenco: Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Peña
Gêneros: Ação, Ficção científica, Aventura
Nacionalidade: EUA
Duração: 1h 58min
Sinopse: Após ter ajudado o Capitão América na batalha contra o Homem de Ferro na Alemanha, Scott Lang (Paul Rudd) é condenado a dois anos de prisão domiciliar, por ter quebrado o Tratado de Sokovia. Diante desta situação, ele foi obrigado a se aposentar temporariamente do posto de super-herói. Restando apenas três dias para o término deste prazo, ele tem um estranho sonho com Janet Van Dyne (Michelle Pfeiffer), que desapareceu 30 anos atrás ao entrar no mundo quântico em um ato de heroísmo. Ao procurar o dr. Hank Pym (Michael Douglas) e sua filha Hope (Evangeline Lilly) em busca de explicações, Scott é rapidamente cooptado pela dupla para que possa ajudá-los em sua nova missão: construir um túnel quântico, com o objetivo de resgatar Janet de seu limbo. 

Eu adoro os filmes da Marvel, e este foi também muito bom. O filme é eletrizante e cheio de ação. Gostei bastante da introdução dos novos personagens, porém achei algumas coisas falsas demais (se é que alguma coisa pode ser verdadeira nesse mundo Marvel). Não dá pra deixar de assistir. Super recomendo. E não esquece do agonizante pós-créditos. 

#5. Doutor Estranho 

Ano: 2016
Direção: Scott Derrickson
Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Tilda Swinton
Gêneros: Fantasia, Aventura
Nacionalidade: EUA
Duração: 1h 55min
Sinopse: Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo. 

Dos 3 filmes do universo Marvel que eu faltava assistir esse foi o que mais me encantou. Cheio de efeitos especiais, muita ação, ironia e piadas mal feitas, me encantou de todos os lados. A personalidade de Strange incomoda um pouco até metade do filme, mas logo nos apaixonamos por ele também. Sem mais comentários, o filme mais assertivo de Janeiro. Não deixe de assistir. 

#6. Homem-Aranha: De volta ao lar 

Ano: 2017 
Direção: Jon Watts 
Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Robert Downey Jr. 
Gêneros: Ação, Aventura 
Nacionalidade: EUA 
Duração: 2h 14min 
Sinopse: Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker (Tom Holland) voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre (Michael Keaton) surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava. 

Este é de fato o filme mais infantil/juvenil de toda a saga, afinal Peter tem somente 15 anos nesse filme. Tirei boas risadas. Achei a história do vilão um pouco mal fundamentada e explicada, e ainda não entendi o propósito de alguns personagens (talvez em outro filme?). No geral é um filme divertido, com bastante ação e humor. Em relação ao personagem, ele foi até além das expectativas. Assistam. 

Então meus amores, foi só isso que eu assisti em Janeiro, dispostos na ordem em que foram assistidos. Agora me conta! Assistiu algum? O que achou? Quero saber de tudo!! Beeeijoo e até a próxima. 

Mudei um pouquinho o visual do blog, nada muito drástico. E aí? O que acharam? Quero saber! 

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